Yamaha Ténéré 700 e o convite para aventura.

5 de novembro de 2018 será lembrado como o dia em que o mundo foi apresentado a nova Ténéré 700. Direto do EIMCA em Milão a Yamaha apresentou uma das motos mais esperadas do ano. A moto conceito, chamada de T7, foi revelada pela primeira vez em 2016, e desde então, a marca dos diapasões vêm nos provocando com a nova moto de aventura de média cilindrada, totalmente inspirada em rallye e capaz de percorrer dunas no deserto e viagens de longa distância. A Yamaha apresentou a moto para o mundo hoje, no que parece ser um modelo pronto para produção.


A melhor parte é que ela se manteve bastante fiel ao conceito que encantou todos nós. A T7 apresentou um design minimalista e agressivo, ideal para a proposta off-road para a que a linha Ténéré sempre teve. A ansiedade era grande para ver como a Yamaha ia solucionar a questão de equipar o modelo com retrovisores, setas e todos os demais itens que uma motocicleta homologada necessita. O resultado ficou demais. Todos os pontos positivos foram preservados. Detalhe para o farol que se manteve praticamente o mesmo.



Principais características:

Motor de dois cilindros em linha, com injeção de combustível e 689 cc, refrigerado a líquido, derivado do premiado motor da MT-07. Este motor compacto apresenta uma entrega de potência ideal para a pilotagem de aventura e potência ideal para todas as condições de pilotagem.

Sofisticada mas robusta:

Todos os aspectos da Ténéré 700 parecem ter sido construídos para combinar a robustez de uma big-trail com um desempenho impressionante, desde os faróis LED, ao chassi de aço, passando pelo motor até o painel irado em LCD no melhor estilo Paris Dakar. Ele exibe uma ampla gama de informações que podem ser observadas sem ter que tirar os olhos da estrada. O display LCD multifuncional apresenta marcador de marcha, nível de combustível, dois hodometros parciais, e faixa estimada de combustível, assim como consumo médio e instantâneo de combustível e muito mais. Seu tanque possui 4.2 galões de capacidade (aproximadamente 15.8 litros). Segunda a Yamaha a moto deve fazer 344 km com o tanque cheio.

Ergonomia focada em aventura:

Corpo estreito, tanque de combustível fino e assento plano que permitem máxima agilidade, possibilitando que o piloto se posicione sobre o tanque, como é possível observar pelas fotos e vídeo, seja sentado ou em pé, dando maior confiança na terra ou no asfalto. Parabrisas e protetores de mão para garantir conforto e segurança nos passeios mais longos, como em toda big-trail que se preze. Mas que parabrisas meus amigos! Não existe, até onde eu saiba

(me corrijam se eu estiver errado) uma moto que sai de fábrica assim, parecendo estar tão pronta para disputar a próxima etapa do Paris Dakar quanto esta.

Sem medo de se sujar:

Suspensão de longo curso altamente ajustável e acoplada a rodas raiadas prontas para off-road, calçando pneus dianteiros de aro 21 e traseiro aro 18, garantindo desempenho para andar agressivamente quando o asfalto termina. Não consegui identificar o modelo exato dos pneus através das fotos ou do vídeo, mas com estas medidas não vai ser tarefa difícil providenciar um excelente par de pneus para esta moto, seja um Metzeller Tourance, Pirelli Scorpion, Heidenau ou tantos outros disponíveis hoje. Graças ao boom das trail no nosso mercado nos últimos anos, encontrar estes pneus deixou de ser um tarefa ingrata. Os freios a disco possuem ABS selecionável, que pode ser desativado quando o asfalto acabar.


Por enquanto é isso. Os mistérios de sempre vão surgir com esta notícia: Vai vir pro Brasil? Se sim, quando? E qual será seu valor? Por enquanto, não sei. Mas se a Yamaha tiver algum discernimento, o que eu acredito que tenha, não deve deixar o Brasil de fora. Afinal, somos o país com maior número de orfãos e orfãs da XT.


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